Terapia ILIB

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     Os danos causados pelos radicais livres tornam-se os principais fatores que contribuem para o envelhecimento e doenças degenerativas, como câncer, doenças cardiovasculares, declínio do sistema imunológico e disfunções cerebrais.

     Os radicais livres (RL) em geral, têm um período de vida muito curto, sendo produzidos continuamente no organismo a partir de reações bioquímicas, sendo a sua gênese a partir do oxigênio e seus derivados, e também de diversos metais.

     Para combater o efeito lesivo dos RL, o organismo lança mão de um sistema de defesa que utiliza enzimas, proteínas e compostos varredores, mas dependendo do caso, o sistema poderá ser insuficiente, necessitando de uma terapia medicamentosa auxiliar para promover a manutenção do equilíbrio do organismo, podendo ser essa terapia de complementação ao déficit ou para promover a eliminação dos excessos.

     Quando o assunto é Estética, o estresse oxidativo, o fotoenvelhecimento, a alimentação inadequada, a poluição atmosférica são, dentre outros fatores, predisponentes à presença desses radicais reativos que desencadeiam processos inflamatórios e/ou senescência celular.

 

     Por isso, juntamente aos procedimentos convencionais da Estética não invasiva, torna-se necessária uma atenção especial ao combate a essas Espécies Reativas de Oxigênio (ERO) que por sua vez, tais como o que ocorrem com diversas patologias, levam a uma melhora no prognóstico dos tratamentos, fazendo com que os tecidos respondam de maneira rápida e adequada às terapias de combate ao envelhecimento precoce.

 

     Com base em estudos realizados por russos a partir de 1970, foi desenvolvida a terapia intravenosa com laser, com eficácia no tratamento de várias patologias crônicas e agudas. Posteriormente, com observações da evolução clínica dos pacientes, pesquisas sobre o mecanismo de ação da ILIB (Intravascular Laser Irradiation Blood), foram intensificadas, evidenciando o efeito antioxidante da técnica, por aumento da produção da enzima superóxido dismutase, fundamental à quebra do mecanismo de formação dos RL. Assim, a ILIB passou a ser utilizada como base ou adjuvante na terapia biomolecular convencional.

 

     O processo de aplicação da laserterapia ILIB é intravenosa, ou seja invasiva, por isso esse tipo de procedimento se limita aos profissionais médicos. Contudo, devido à proximidade da artéria radial com a pele, o laser terapêutico vermelho (100mW / 660nm) é capaz de atingir o sangue com a mesma eficácia de forma não invasiva, nomeando a técnica como ILIB Modificada.

 

     O laser tem efeito antiplaquetário, analgésico, anti-inflamatório e vasodilatador. Portanto, a irradiação do sangue pelo laser vermelho leva a um aumento no metabolismo e a síntese de superóxido dismutase, que é uma proteína reguladora do sistema oxidativo corpóreo. Uma das principais funções dessa enzima é proteger as células contra mutações através da diminuição das ERO. Além disso, o laser estimula a produção de prostaciclinas, que produzem a antiagregação plaquetária, permitindo maior fluidez do sangue; melhora a capacidade hemorreológica das hemácias e; aprimora a cascata do ácido araquidônico, produzindo efeitos antiinflamatórios.

 

     Portanto, a ILIB Modificada é muito utilizada, além do tratamento contra o envelhecimento, como coadjuvante de patologias crônicas, como:

  • Doenças do sistema respiratório;

  • Diabetes;

  • Doenças inflamatórias;

  • Doenças cardiovasculares;

  • Doenças do sistema vascular periférico e cicatrização em geral.

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